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No Blog encontrará as últimas notícias de Marco Santos Marques – Fotografia. Relatos de Viagens. Tutoriais de Fotografia. Textos de opinião.

Fotos de Natureza – Castelejo Noturno

Posted by on Sep 8, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza – Castelejo Noturno

Fotos de Natureza – Castelejo Noturno Observar é essencial …   Em cada local que visito tento ter uma visão criativa e única. Ter o pré-conhecimento dos locais é importante  da mesma maneira que o pré-estudo das marés, da lua e outros pormenores técnicos são importantes. Mas chegar, observar, estar atento e com todos os sentidos ativos pode ser decisivo. A Praia do Castelejo, junto a Vila do Bispo tem algumas particularidades que poucas praias do Costa Vicentina têm. Para começar é uma praia, muito acessível. A estrada fica a poucos metros do areal. Já no escuro da noite é possível ver a via láctea a olho nu. Mas devido ao seu carácter selvagem, o seu areal tem uma particularidade que nunca tinha observado em nenhuma outra praia. O fenómeno chama-se Noctiluca, é uma alga unicelular que tem luminescência. Essa luminescência acontece por duas razões : a areia não poder ser nem muito seca nem muito molhada, existe um meio termo na quantidade de água que a areia contém para o fenómeno ser identificado e só é visível quando pressionada, libertado através de um processo químico uma certa quantidade de luz. Com o simples movimento de andar na praia, as nossas peugadas ativam essa propriedade luminosa da alga. Fui a esta praia para tentar integrar este fenómeno numa imagem que não fosse documental mas a relação de luminosidade não permite que o meu equipamento capte absolutamente nada. O simples acto de ver é por si só incrível e extraordinário. Com a minha intenção de fotografia desfeita, esta fotografia que vos deixo foi portanto obra da observação. Tirada no passado mês de Julho, as condições eram ótimas, a maré vazia permitia um ligeiro reflexo que daria interesse ao primeiro plano. A luz intensa, é a luz do restaurante e para atenuar essa mesma luz esperei que o nevoeiro chegasse ao local certo e achei que o céu e as estrelas se complementavam para formar uma imagem. Perante o resultado, finalmente a fotografia que na minha opinião dignifica o Castelejo Nocturno foi conseguida.   Castelejo Noturno O nevoeiro assenta na areia, e dá sentido ás luzes da noite. No céu as estrelas junta-se em maioria na via láctea. Parque Natural Costa Vicentina   O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de Natureza – Terrascape – Bolsa de Filtros Graduados

Posted by on Feb 5, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza – Terrascape – Bolsa de Filtros Graduados

Fotos de Natureza – Terrascape – Bolsa de Filtros Graduados   A Terrascape, marca portuguesa de acessórios de fotografia, convidou-me para testar o seu último produto, uma bolsa de filtros. Começo por dizer que adorei. À muito que procurava uma bolsa que correspondesse às minhas expectativas e se adaptasse às minhas necessidades. Encontrei!!! Transporta filtros de diferentes medidas de 100mm e de 85mm. Outra característica é a versatilidade no posicionamento, é possível colocá-la no cinto das calças mas graças a uma simples alça, facilmente se adapta a uma posição cruzada junto ao peito. Sem dúvida um equipamento obrigatório para quem faz fotografia de paisagem. Um obrigado à Terrascape na pessoa do Paulo Dias que me apresentou esta magnifica bolsa para filtros graduados. Aqui ficam alguma imagens registadas por Hélio Cristóvão para a promoção deste produto da Terrascape. Link do Facebook  |  Link do Anúncio na Terrascape Marco Santos Marques – Fotos de...

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Fotos de Natureza – Poldros

Posted by on Jan 16, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza – Poldros

Fotos de Natureza – Poldros Desta vez vou mostrar-vos um trabalho diferente do que tenho mostrado até então. Os cavalos e os animais em geral, são uma paixão, e após esta experiência ainda mais. Opiniões e comentários são sempre bem-vindos…  Marco Santos Marques – Fotos de Natureza – Poldros O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de Natureza – Relatos de um Outono na Serra da Estrela

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza – Relatos de um Outono na Serra da Estrela

O Outono acabou, o seu pico de cor já passou. Nestes dois dias no parque Natural da Serra da Estrela, setenta por cento do tempo esteve sempre a chover. Tecnicamente não é fácil, a verdade é que mais tarde ou mais cedo acabamos por abandonar o local para “secar” baterias. Ao mesmo tempo a própria chuva acaba por ser o motivo fotográfico incontornável para além das cores de Outono. Nada mais idílico do que fotografar após cair chuva durante quarenta e oito horas. Esta fotografia feita no Covão d’Ametade,  é um dos únicos momentos em que a chuva parou, pedi a um dos fotógrafos amigos que me acompanhavam,  para fazer estremecer uma árvore de modo a que caíssem gotas, sobre o motivo. “Gotas de Chuva” – Covão d’ametade,  P. N. Serra da Estrela   Ao final da tarde e pela primeira vez o sol incidia diretamente sobre o bosque ensopado, a cor  transforma a cena.   “Raios de cor” – Estrada do Poço do Inferno, P. N. Serra da Estrela   Outro momento sem  sol em que as nuvens dominavam as montanhas.    “Lençol de nuvens sobre árvores em cor de Outono” – Mata de São Lourenço, P. N. Serra da Estrela Escrito e fotografado por Marco Santos Marques. O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de Natureza – Utilização de filtros graduados neutros através da objetiva

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza – Utilização de filtros graduados neutros através da objetiva

Fotos de Natureza – Utilização de filtros graduados neutros através da objetiva   As câmaras digitais produzidas nos dias de hoje, têm uma grande capacidade dinâmica de captar uma imagem, entre 6 a 8 stops. Como termo de comparação posso referir que o rolo utilizado nas câmaras analógicas tem uma capacidade bastante inferior de 4 a 5 stops. Mas na realidade uma imagem tem de ter um contraste entre 3 e 4 stops para ter um nível de edição ideal. Se a imagem a fotografar tiver uma gama dinâmica superior a 4 stops, algumas das tonalidades na imagem não serão registadas no ficheiro, principalmente nos extremos mais claros e mais escuros. O resultado é uma imagem muito contrastada e com possibilidade de edição reduzida. Para tal não acontecer é necessário utilizar filtros de densidade neutra graduados. No mercado, estão disponíveis em diversos tamanhos e intensidades, com transição suave e dura, adequando-se às diferentes situações.No exemplo em baixo como mantendo o valor de exposição medido no primeiro plano, controlamos a imagem com um filtro graduado neutro. A primeira imagem não tem qualquer filtro, por isso o céu não tem qualquer informação. A segunda o filtro certo. A terceira um filtro sobre-doseado retirando à imagem a diferenciação de contraste real e necessária.    Para saber qual o filtro a utilizar é necessário medir a imagem a capturar. Com a câmara em modo manual, é necessário identificar qual a zona mais clara e a zona mais escura da imagem. Com a opção de medição ponderada ao centro ativada, ou mesmo a opção de spot que ainda é mais precisa, é necessário medir essas zonas e anotar a diferença entre elas. Por exemplo, com abertura f/16 e iso100 escolhidos, medimos a zona mais clara, lemos 1/15. Na zona mais escura lemos 0,5 segundos. Temos uma diferença de 3 stops. Temos que manter sempre uma diferença de 1 stop entre o céu e o primeiro plano (se for mais filtrado, a relação de tonalidade será “irreal”). Ou seja, se colocarmos um filtro de 2 stops (0,6ND) no céu, mantendo a leitura mais escura de 0,5 segundos, conseguimos uma relação aceitável de contraste e consequentemente um ficheiro com grande flexibilidade de edição. Se a relação de tons for maior ou menor teremos que utilizar o filtro que mais se adeque à situação.  O filtro utilizado foi de transição suave devido à linha incerta onde a luz muda    abruptamente, assim o ponto de transição é impercetível. Este filtro não tem qualquer tendência de cor. Para melhor precisão na colocação do filtro basta pressionar o botão de visualização de profundidade de campo, quando estamos coloca-lo, a linha de transição será mais facilmente detetada.  “Samouqueira” –  Foto Finalizada Dados técnicos: 0,5 seg. @ f/16 iso100, nd gr 0.6 suave Como informação complementar o post “Expor à direita”, deve ser tido em conta no contexto deste post. PS: Fotografar em RAW é obrigatório 🙂 Escrito e fotografado por Marco Santos Marques O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de Natureza | XXV Concurso Fotográfico de Manteigas | Parque Natural Serra da Estrela

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza | XXV Concurso Fotográfico de Manteigas | Parque Natural Serra da Estrela

Fotos de Natureza – XXV Concurso Fotográfico de Manteigas – Parque Natural Serra da Estrela No passado dia 30 de Abril foram conhecidos os resultados do  XXV Concurso Fotográfico Município de Manteigas. Marco Santos Marques obteve o segundo lugar no  âmbito da categoria “Manteigas e o espaço envolvente”, com a imagem “Simetrias de Santo António” ( ligação para a notícia no sítio http://www.multimedia.guarda.pt ) Na passada quinta-feira nevou na Serra da Estrela e embelezou a paisagem com a sua indumentária branca. Queria captar uma imagem simples direta com a neve imaculada,  mas não iria ser fácil pois existiam muitos tufos de vegetação congelada que visualmente não seriam aprazíveis e “descompunham” a paisagem. O primeiro local visitado no sábado ao nascer do sol, foi a Nave de Santo António. Os 4 graus negativos tornaram a tarefa mais difícil, mas a vida de fotografo é mesmo isto. Uma caminhada de 500 metros com neve pelo tornozelo serviu para aquecer os corpos gelados. Para esta composição o momento de luz  teria que ser especial e especifico. Não queria o habitual pico iluminado, com o risco a meio do pico, pois acho que visualmente ficaria pouco interessante neste enquadramento. Queria algo que sugerisse a magia da paisagem e do momento único tal como ele foi. Procurava algum elemento que dirigisse o nosso olhar para a nave e encontrei um local junto a um pequeno ribeiro que apontava directamente para lá. Após uma espera de uma hora, a esperança diminuía a cada minuto que passava, pois, o nevoeiro era cada vez mais denso, e caiam alguns farrapos de neve. Por mais que “evocasse” os deuses da montanha,  parecia que nada iria acontecer,  mais espertos do que eu, tinham ficado a dormir até mais tarde. Uma abertura no nevoeiro criou esperança em mim e passados poucos minutos, fui brindado com 10 minutos dessa luz especial com uma diversidade incrível. Mas foi o primeiro disparo desta sucessão de momentos que prevaleceu. Mais me fez crer que o melhor seria estar sempre preparado, mesmo quando parece que nada vai acontecer.   “Simetrias de Santos António”   A luz como eu visualizara,  evidência o plano mais longínquo da imagem. Fazendo ao mesmo tempo que a mesma tenha dois equilíbrios de brancos naturais e diferentes. Um no primeiro plano mais azulado por estar à sombra, iluminado pelo céu azulado por cima de mim. No segundo plano, mais avermelhado e quente iluminado pela nuvem, no topo da foto. O momento foi, é e será sempre inesquecível. Os deuses não dormem… Dados técnicos: Canon EOS 5D, 17-40mm, com filtro polarizador e um filtro ND graduado de transição suave de dois stop’s, tripé e cabo disparador. Um agradecimento especial ao Pedro Santos e ao Miguel Serra 🙂 escrito e fotografado por Marco Santos Marques – Fotos de Natureza O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de natureza – Expor à direita

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de natureza – Expor à direita

Considerando o processo fotográfico e a sua evolução. Na última década o processo fotográfico, identificado como “workflow”, sofreu uma grande evolução para patamares de controlo impensáveis, até então. Do planeamento ao processamento, da publicação à impressão. Todas as partes do processo evoluíram, com instrumentos e conhecimentos, que nos facilitam todas as fases do processo. Neste texto vou referir a fase da captação de imagem, como esta pode ser feita de modo a obter os melhores resultados possíveis. Uma das fases do processo que bastante contribuiu para esta evolução, foi a captação do próprio ficheiro. Antigamente o ficheiro era captado com a preocupação de ficar bem exposto, para isso tiravam-se várias exposições para garantir que cena era captada da melhor forma. Este método pouco flexível dificultava a interpretação = impressão. Passar o “momento visualizado”, para o papel é ainda uma tarefa muito difícil, só após muitos anos é possível dominar o processo com precisão.   A câmara e o nosso cérebro vêem de maneira distintas. A câmara ajusta o valor de exposição perante toda a cena. O nosso olho só consegue visualizar um fracção da imagem de cada vez adaptando-se a sua luminosidade constantemente. Entender esta diferenciação é essencial, para percebermos o limites da câmara em relação ao nosso cérebro.   O histograma é uma das ferramentas que mais nos pode ajudar. Os histogramas são normalmente divididos por cinco fases de informação. Em alguns modelos de máquinas esta divisão não é visível, de qualquer modo não será difícil imaginar uma divisão em cinco partes do histograma. Aqui é necessário ter em mente a quantidade de informação retida no histograma em cada uma dessas fases.    Histograma correctamente exposto à direita   Do lado esquerdo para o direito, portanto do lado escuro para o claro, os cinco níveis de informações estão assim estipulados em megabytes.  128, 256, 512, 1024, 2048. Expor à direita é no fundo captar o ficheiro com o maior número de bytes possível. De referir que uma imagem captada nas quatro divisões mais escuras (128 + 256 + 512 + 1024 =1924) não capta tanta informação como um ficheiro captado somente na fase mais clara do histograma 2048.  Na realidade o importante é ter a noção que na hora de captar o ficheiro este terá que estar o mais encostado à direita, sem queimar as luzes altas. Posteriormente na fase de processamento será mais fácil a interpretação do momento.   PS: Quando captado assim, a imagem ao ser visualizada no LCD câmara tem uma aparência sobre-exposta, o que é normal, mas é facilmente corrigida em qualquer editor de imagem. escrito e fotografado por Marco Santos Marques – Fotos de natureza O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de natureza | Ponte Vasco da Gama

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de natureza | Ponte Vasco da Gama

Fotos de natureza | Ponte Vasco da Gama Nascer da Lua cheia no crepúsculo de uma tarde de Inverno em tons de rosa. Esta fotografia panorâmica, é o conjunto de 7 fotos verticais. Nesta tarde suspeitava que a lua, um dos elementos mais importantes para enriquecer a fotografia, simplesmente não apareceria. Se assim fosse teria de esperar cerca de um mês. Não para ter a lua exatamente naquele lugar, para isso talvez só no ano seguinte, mas sim para que a Lua cheia coincidisse com a luz crepuscular do fim da tarde. Tarde de inverno extremamente ventosa, um frio de rachar, era preciso ter muito cuidado para que as fotografias não ficassem tremidas. Com exposições de 1 segundo a f/16, não foi fácil, tentei tomar as devidas precauções :  • tripé, • cabo disparador, • opção de bloqueio de espelho ativada, • a mala a fazer peso na haste central do tripé agarrada com um pequeno arnês. Cabeça do tripé de 3 direções permite facilmente fazer panorâmicas, é necessário ter muita atenção no nivelamento das 3 bolhas; a do tripé, a da cabeça e a do topo da máquina inserida na sapata do flash. Começar a panorâmica sempre da esquerda para direita, para que o  software não se baralhe e deixar o Photomerge do Photoshop fazer o resto. Bastava esperar que as nuvens abrissem ligeiramente, o suficiente para se ver a Lua cheia. Assim aconteceu. escrito e fotografado por Marco Santos Marques O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de natureza | Ponte 25 de Abril – Lisboa

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de natureza | Ponte 25 de Abril – Lisboa

Fotos de natureza | Ponte 25 de Abril – Lisboa A manhã que deu origem à fotografia cor de fogo da Ponte 25 de Abril, começou na Ponte Vasco da Gama, tendo eu como objectivo fotografar a ponte ao nascer do sol. No entanto junto ao rio, o nevoeiro era muito denso e parecia não querer levantar. Houve então que decidir, ir ou ficar… Claro que neste tipo de decisões nada é certo, mas com alguma experiência conseguimos visualizar o que poderá acontecer, julgando eu que veria o sol romper pelas nuvens muito baixas junto ao rio. Talvez se estivesse numa altura um pouco mais elevada em relação ao rio, a luz seria com certeza mais dramática e todo o rio ficaria coberto pelas mesmas, deixando a parte superior da ponte 25 de Abril a descoberto. Como não queria perder a manhã, fui em direção ao Alvito, local que me parecia ter mais potencialidades em relação à luz que se adivinhava. Este excelente local, situado no Alvito, motivou-me a visitá-lo várias vezes no intuito de fotografar ambientes completamente distintos. Apesar dos enquadramentos serem basicamente iguais, a minha chamada de atenção vai no sentido de que podemos fazer várias interpretações do motivo a fotografar, basta para isso, visitarmos o local várias vezes em diferentes alturas do dia e do ano. Neste caso a primeira fotografia foi tirada ao nascer do sol e a segunda ao pôr do sol. Qualquer uma delas resulta de um crop de 6×17, formato panorâmico, ao contrário da fotografia da Ponte Vasco da Gama, apresentada no post anterior deste blog e que é uma panorâmica com 7 fotos verticais. A Ponte 25 de Abril em tons de vermelho, foi o resultado da luz espetacular que pintou Lisboa essa manhã. As nuvens engoliam a ponte constantemente e o Cristo-Rei sempre tapado pelas nuvens, apareceu durante uns minutos como presente final.   Esta segunda fotografia da Ponte 25 de Abril em tons de azul, foi tirada ao crepúsculo de uma tarde nublada. Esperei cerca de 20 a 25 minutos após o sol se pôr, para conseguir este azul maravilhoso que contrasta com o dourado da iluminação do Cristo-Rei e com as cores amareladas que as luzes da ponte emanam. escrito e fotografado por Marco Santos Marques O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua mensagem...

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Fotos de natureza | Photoshop: amigo ou batoteiro?

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Fotos de natureza | Photoshop: amigo ou batoteiro?

Fotos de natureza | Photoshop: amigo ou batoteiro?   Vou falar acerca da utilização do Photoshop no trabalho fotográfico. Assunto que por desconhecimento leva a más interpretações tornando muito difícil passar a mensagem contida na foto, deixando de lado o espírito que cada foto emana, de cada local e de cada um de nós. “Vácuo” Sou muitas vezes interpelado sobre o resultado final de determinada foto, com este tipo de frase. “Que foto bonita!!!…mas tu só consegues fazer isto porque utilizas o Photoshop!!!” Como quem pensa: “és um batoteiro assim também eu!”  Pergunto: Existe uma tabela ou uma regra? Com diferentes níveis de utilizaçao?… Ou “fotografia” que é fotografia, não o deveria permitir a utilização do Photoshop? Penso que tal ideia é no mínimo… aprisionada!! “Desaparecido” Sempre foi intuitivo no homem a busca de conhecimento, de fazer mais e melhor, mais alto, mais além e na fotografia não é diferente. Desde cientistas, dentistas, biólogos, família, viagens, etc., a fotografia é a adaptável a qualquer vertente das nossas vidas esse facto é mais evidente nas ultimas décadas. Vivemos numa época em que cada pessoa tem uma máquina que cabe no bolso de uma camisa, portanto cada um é fotografo, cada um tem uma opinião… A minha opinião é que o Photoshop é um meio de expressão artística que tem credibilidade como qualquer outro meio, quer para quem crie de raiz, para quem processe fotografias ou para outra finalidade qualquer. Como se um pintor fosse obrigado a pintar sempre com o mesmo pincel, como se colocássemos em causa o processo do pintor quando vemos o quadro finalizado. Numa fotografia existem quase sempre duas pessoas, que a tirou e quem a vê. Quem a vê ou gosta ou não gosta, não deverá filtrar a sua opinião pelo processo que levou até ela. “Submissão eterna” Há cem anos demorávamos um minuto a tirar uma foto de família, um retrato, hoje é possível tirar uma fotografia no crepúsculo a um/a motociclista a 200KMH, completamente parado ou congelado. O ISO das máquinas cada vez emitirá menos ruído a níveis mais elevados de utilização, fotos nocturnas que parecem de dia. Tudo vai no sentido de se conseguir melhores resultados. Não me parece que a utilização do Photoshop desvirtue o resultado final de uma fotografia, vejo sim como uma ferramenta poderosa, refinador das capacidades existentes num ficheiro retirado pela máquina. Desde a investigação que antecede a foto, o clique na máquina, a impressão ou apresentação na Web tudo tem o seu “know-how”, quanto mais refinado e controlado for esse processo melhores serão os resultados finais, tanto na Impressão com na Web. Todo este processo, denominado “workflow”, está em evolução constante mediante novas aprendizagens. Já em 1930 alguns dos resultados obtidos eram através de técnicas complicadas de “sala escura”. Adulterações, batota?!?!? Claro que não!! É necessário ter uma visualização do que se quer. Através destas técnicas dominavam as tonalidades como alteravam a exposição em determinado local da foto. Naquela altura tomara muitos terem o Photoshop. Presentemente as técnicas mais sofisticadas permitem um controlo livre de químicos nocivos à saúde, com facilidade de estarmos sentados em frente ao computador. Cada pessoa tem um grau compromisso e exigência com o seu trabalho. Eu, gosto de apresentar o melhor resultado, que sei, com todas ferramentas disponíveis para todos, o sol, a...

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Fotos de natureza | Perto de casa!

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de natureza | Perto de casa!

Fotos de natureza – Perto de casa!   Neste post vou abordar a correlação entre prática fotográfica e a qualidade de resultados, sem grandes deslocações. Muitas vezes, sinto uma ideia generalizada que as grandes fotos são inerentes a grandes viagens e que só é possível realizar boas imagens em paisagens no país X, na montanha Y ou no sítio Z. Mas a verdade é não temos as condições logísticas nestes locais como temos na nossa área de residência. Ao falar um pouco sobre a minha experiência pessoal transmitirei alguns aspetos que permitam resultados de melhor qualidade,… perto de casa! Morando eu na grande Lisboa, mais concretamente na linha de Sintra. Considero que é uma sorte ter tanta diversidade de motivos fotográficos. O PN Sintra – Cascais, o Estuário do Tejo e o PN Arrábida apresentam-se como solução. Mas por razões óbvias o PN Sintra – Cascais é a solução mais próxima e consequentemente mais económica e na minha opinião com mais diversidade. Das dunas do Guincho, à Peninha. Do Cabo Raso à Praia da Ursa. Uma diversificada e maravilhosa paisagem costeira, com praias paradisíacas, com areal, com rocha, inacessíveis, acessíveis. Grutas secretas, cascatas sazonais(inverno), um promontório com mais de 50 metros de altura, o ponto mais ocidental do Continente Europeu, o Cabo da Roca, são apenas alguns exemplos. Com um pouco de investigação é possível encontrar locais poucos visitados com enorme potencial fotográfico. Nos últimos anos, todos estes locais, foram essenciais no meu entendimento e prática regular desta difícil atividade artístico fotográfica. O motivo seja ele qual for é sempre diferente de dia para dia, portanto, desafiante! A fotografia de natureza tem inerências muito particulares. A luz, o mais importante, é sempre diferente! A sua cor, intensidade e direção mudam a cada segundo. Este Julho por exemplo apesar dos céus sem nuvens em todo o Continente, a serra de Sintra com uma vida climatérica à parte, esteve dias a fio coberta de nuvens. É necessário ter a perceção de como evolui as condições climatéricas no local, o vento dita a velocidade das transições e normalmente é bem veloz. Dou como exemplo de duas fotos tiradas na Peninha, Serra de Sintra, os locais onde foram tiradas não distam mais de duzentos metros um do outro. A primeira “Através da árvores“, apesar de conhecer muito bem o local e visitá-lo regularmente, são raras as manhas em que se consiga captar bons momentos de luz com enquadramentos interessantes. Neste caso percebi que existiam grandes probabilidades dos raios atravessarem a copa das árvores, o vento quase inexistente permitia que as nuvens assentassem mais junto ao chão criando uma camada consistente para o raio de sol incidir. Tive sorte, esperei cerca 40 min. e aconteceu, o sol conseguiu atravessar consistentemente as nuvens. “Através da árvores“ A segunda “Portão Evanescente“, as condições climatéricas eram aparentemente as mesmas da semana anterior. Mais uma vez, o manto de nuvens humedecia a Sintra. A única diferença era o forte vento. Fazia com que a humidade trazida pelas nuvens ficava-se nas folhas, no topo das árvores e com o vento a água caía. Chovia moderadamente.  Esta foto foi com o chapéu de chuva aberto, nada de complicado. Desta vez o sol pintava a paisagem com pequenas nuances de luz com muita velocidade. A camada de nuvens não é suficientemente...

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Fotos de natureza | Geoparque Arouca

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de natureza | Geoparque Arouca

Fotos de natureza | Geoparque Arouca O Concelho de Arouca tem como principal atracão o seu GeoPark,  fica situado entre o Porto e Aveiro. O Merujal, Mizarela, Albergaria da Serra são algumas aldeias situadas no cimo da Serra da Freita, que juntamente com a Serra da Arada e a Serra do Arestal formam a Maciço da Gralheira. Um pouco por todo o concelho é possível encontrar as geosítios com milhões de anos. Desde a Pedra parideira, um fenómeno geológico extremamente raro. A Pedra Boroa do Junqueiro, situada no planalto da Serra da Freita no meio de uma paisagem completamente idílica. Talvez um dos sítios do país onde é possível visualizar facilmente trilobites de mais de 280 milhões de anos, um verdadeiro paraíso geológico e paisagístico. A grande frecha da Mizarela, uma das maiores quedas de água da Península Ibérica.     Merujal, são 17h e uma tarde do fim do mês de Julho e acabei de chegar ao Merujal. Logo à entrada da aldeia, vejo um spot magnífico, paro o carro, apontei o azimute da direção com mais potencial. Senti que havia qualquer coisa. Após verificar os dados, mais agradado fiquei. Lua quase cheia, a nascer perto da hora do pôr do sol, no local que eu queria! Isto esta a começar bem. Tendo em conta que os fotógrafos encontram sempre algo onde pensam que podem melhorar. O que me atraiu essencialmente foi a linha de no topo da montanha, um recorte lindíssimo.O ocaso do sol seria por volta das 21h, ás 19h30 já lá estava. Teria cerca de 1h para inventariar tudo, o que queria seria possível colocar em primeiro plano. Tentando organizar o caos, de câmara na mão procurando algo que fizesse sentido. Então à beira de um precipício de seis metros, encontrei uma composição, que faz jus ao local. A vegetação muito intensa poderia simplificar um chão caótico, esta parte já é subjetiva. Tudo boas razões para eu estar radiante. Com certeza regressarei mais tarde. Serra da Freita, talvez dos locais com mais beleza e tranquilidade que visitei em Portugal. Este país quanto mais descubro e me perco mais diverso e bonito o acho. Um pequeno vale, com dois picos de linhas suaves, pouco acentuados. Duas oliveiras um pequeno riacho uma vedação feita em pedra. Idílico. A lua, quase cheia, vai aparecer no sítio certo. (Após esta visita ao concelho os fogos intensos fustigaram dias seguidos o Maciço, que empobrecerá mais uma terra esquecida.) Um local pouco conhecido de beleza única, merece mais do que uma visita. http://www.geoparquearouca.com/ “Coincidência Eterna”   escrito e fotografado por Marco Santos Marques – Fotos de natureza – Geoparque Arouca O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de natureza | Na Serra… o Outono é a estrela!

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de natureza | Na Serra… o Outono é a estrela!

Fotos de natureza | Na Serra… o Outono é a estrela!   Nunca tinha visto a Serra da Estrela em tons de dourado, as minhas memórias incluíam sempre a brancura da neve. Mas desta vez fui à procura do Outono e aconselho a todos os apreciadores de natureza que visitem a serra nesta altura do ano, pois apesar do frio que já se faz sentir, as cores que vi e o calor que as pessoas daquela zona transmitem, derretem os mais céticos. Poderia ter partido numa viagem gastronómica pois a gastronomia local muito apelativa surpreende aqui e ali com um cheiro que nos faz abrandar o passo, mas não era esse o propósito… a intenção era mesmo captar a força das árvores. “Cena de Outono” No chão folhas caídas das faias (Fungus) e dos vidoeiros (Betula Pendula), árvore de casca branca e negra em combinação com os ramos pendentes que os tornam inconfundíveis e normalmente orientados por eles acabamos por chegar às cascatas em fúria devido à enorme quantidade de chuva que tem caído. Depois os castanheiros (Castanea Sativa) que desprendem os seus frutos na esperança que a terra os acolha e faça perpetuar a sua espécie no tempo.  “A árvore vermelha” Poderia lembrar agora as castanhas assadas que tão bem acompanham as carnes beirãs, mas concentremo-nos nas árvores… Os limites do bosque são habitats muito ricos, a luz é mais ténue, e aqui encontram-se as plantas lenhosas que não podem prosperar na sombra da floresta. Por toda a orla da floresta estão os carvalhos (Quercus) e o ambiente parece quase mágico pois existe um manto de nevoeiro que paira e desce lentamente. Apetece ficar… escrito por Catarina Seixas e fotografado por Marco Santos Marques – Fotos de natureza – Na Serra… o Outono é a estrela! O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de Natureza | Fraga da Pena

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza | Fraga da Pena

Fotos de Natureza | Fraga da Pena   Fotografar cascatas não é fácil. A “Fraga da Pena”, situada no concelho de Arganil, rodeada de xisto, em plena Mata da Margaraça, a Fraga da Pena revela-se entre uma paisagem luxuriante. A imponente queda de água de 70 metros de altura. Num diâmetro de 30 metros à volta da cascata está tudo húmido. Para chegarmos a qualquer sítio é muito complicado tudo escorrega que nem gelo. Montar o tripé é uma aventura. Arranjar uma composição poderosa mais difícil ainda. Assim que tiro a tampa da lente parece um chuveiro. Limpa e torna a limpar.  “Fraga da Pena” 20mm 1,3 seg. f/18 iso 400 Polarizador Mudei de abordagem afastei-me um pouco subi pela encosta com maior cuidado possível.  Encontrei esta vegetação que me pareceu ideal para primeiro plano. Limpei tudo mais uma vez. Coloquei a máquina no tripé completamente tapada por um pano. Tinha poucos segundos para tirar a focar. Esperei um pouco para o vento amainar.  A Fraga da Pena.   Dados técnicos:  20mm 1,3 seg. f/18 iso 400 Polarizador escrito e fotografado por Marco Santos Marques – Fotos de Natureza – Fraga da Pena O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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Fotos de Natureza | A última onda

Posted by on Jan 13, 2013 in Blog | 0 comments

Fotos de Natureza | A última onda

Fotos de Natureza | A última onda   Viver próximo do mar e em particular perto do Parque Natural Sintra Cascais é muito agradável. Gosto de olhar o horizonte, e de percorrer as praias no Inverno onde o sossego domina. Talvez o mar e as suas fronteiras, sejam o motivo que mais gosto de fotografar. Normalmente os fotógrafos procuram marés vazias pois o mar, é normalmente calmo e sem vento, a ondulação é fraca e possibilita fotografar dentro de água com a água até à cintura, sem acessórios de fotografia submarina… um pingo ou outro na lente mas nada que comprometa a máquina. A maré vazia também é especial por revelar um sem número de motivos, mas em pouco tempo a maré volta a encher e todos esses “tesouros” ficam de novo cobertos. Conciliar estas marés com o nascer ou com o pôr do sol, pode tranformar-se no casamento perfeito pois é mais provável conseguir fotos únicas, com redobrado interesse visual e artístico.   “A última onda” Canon EOS5D, 17-40mm, 3 min 8 seg @ f/13, ISO 400 Fugindo agora um pouco desta abordagem, gostaria de retratar certas zonas costeiras do Parque de uma forma mais dramática e poderosa. Sabia à partida que o risco que correria era grande. Um dos locais junto à Boca do inferno é um “spot” pouco fotografado devido ao perigo eminente que nos cerca. Naquela dia e sendo já a quarta vez que visitava o local, as condições eram bastante agradáveis, o vento era ameno e a maré estava a vazar. Gosto de chegar cedo ao local e ficar a observar durante um bom bocado o comportamento da natureza, o que me faz sentir mais seguro e essencialmente mais ligado ao local.   “Amortecedor de ondas” Canon EOS5D, 17-40mm,  1/20 @ f/4, ISO 640  No entanto a fúria do vento mostra-se lentamente, o que provoca a subida das ondas antes de bater na falésia. A foto em cima é demonstrativa do perigo que seria esta descida pois a onda bate numa parede vertical e eleva-se no ar a mais de 15 metros.  O plano não era fotografar o local do topo da falésia mas sim quase junto ao mar. Queria fotografar um conjunto de rochas que já tinha visualizado na minha mente e era só esperar que o sol desaparecesse no horizonte, pois a minha composição incluía uma luz de crepúsculo, com um “mood” bastante surreal. Desci ao local e fiz a foto, mas honestamente não correu como previra e o pior veio depois… O mar fez questão de dar a conhecer a sua imprevisibilidade. A onda que rebentou teve o dobro da força de todas as anteriores, oiço a gaivota, olho para o mar, viro as costas, iço a máquina com o tripé no máximo e de repente tenho água pelo pescoço. Lutei para não ser arrastado e se assim fosse pouco ou nada poderia fazer.Lembrar-me-ei sempre que não vale a pena arriscar, pois dias depois a minha câmara avariou e ainda por cima a fotografia, “The last wave”, não ficou como eu pretendia. O susto será lembrado para sempre… escrito e fotografado por Marco Santos Marques – Fotos de Natureza – A última onda O seu nome (obrigatório) O seu e-mail (obrigatório) Assunto A sua...

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